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Discurso contra a “Escola Sem Partido”

DEPUTADO PROF. ISRAEL (PV. Como Líder. Sem revisão do orador.) � Sra. Presidente, nobres colegas, quero cumprimentar todos da imprensa, o pessoal do Hip Hop que está aqui, dos coletivos, e dizer que é uma luta importante essa de ganhar o reconhecimento da sociedade com a cultura de rua, que é uma cultura vívida, porque nasce do seio da população. Parabéns pelo trabalho de vocês, que é muito bacana!

Sra. Presidente, venho aqui para tratar de um projeto de lei muito polêmico. Hoje de manhã, houve uma mobilização nacional dos professores contra esse estado de coisas que se instituiu no nosso país, contra o professor.

Há um projeto de lei na Câmara que visa à implementação do Programa Escola Sem Partido na rede de ensino do Distrito Federal, que, a meu ver, é mais uma violência contra os professores.

Eu não trato aqui da violência física, Sra. Presidente, a que já temos assistido toda a semana; trato da violência psicológica, da violência que silencia a boca dos mestres, mas que não será capaz de silenciar o nosso pensamento.

Não bastasse a falta de isonomia do professor frente a outras categorias de nível superior, não bastasse a indisciplina endêmica nas salas de aula de todo o País, não bastasse a violência física e moral a que são submetidos os professores diariamente, agora o mestre se vê impedido de ensinar a pensar. Com esse projeto aprovado, cai o último bastião do pensamento livre neste país.

Em uma cultura de massas, sem profundidade, o professor é a última possibilidade de elevação do espírito crítico. Por meio da diversidade de pensamento é que o ensino cumpre a sua função libertadora. Com base em quê, eu pergunto, esse projeto de lei foi construído tanto no Distrito Federal, Deputado Prof. Reginaldo Veras, quanto no Congresso Nacional?

Ele não traz nenhuma pesquisa, nenhum dado, nenhuma informação consistente que o justifique, a não ser a crença de que o professor profana a sala de aula com suas ideologias.

Qual é o dado do número de alunos que, doutrinados por seus professores, ingressa nas fileiras dos partidos políticos brasileiros? Essa informação jamais foi medida na história do Brasil.

O projeto de lei desrespeita o livre pensamento e afronta a autonomia do professor. Desafio que sejam apresentados dados relevantes e sérios, que possam justificar a necessidade de um PL com esse conteúdo.

Não podemos permitir o patrulhamento dos professores da rede de ensino desta cidade. Não podemos aceitar a volta de ferramentas ditatoriais, que têm como objetivo simplesmente intimidar as vozes diferentes.

Queremos a restauração do positivismo do século XIX, que exigia do pesquisador distanciamento absoluto do objeto pesquisado? O positivismo foi ultrapassado porque a academia e a ciência moderna acreditam que as convicções individuais não podem se separar do objeto em estudo.

O que garante uma boa formação é a pluralidade de ideias. O homem é um animal político, já dizia Aristóteles há dois milênios. A imparcialidade do professor e de qualquer profissional é um mito criado pela extrema direita.

O PL diminui o professor, porque o trata como um aproveitador das mentes inocentes, ao invés de refletir sobre o papel libertador do professor, papel defendido por Paulo Freire. Como terão de agir os professores caso seja aprovado esse projeto? Terão que conversar com os pais de todos os alunos para se policiar em sala sobre o que pode e o que não pode ser dito? O pai denunciará o professor que não respeitar a mordaça? Terão os professores censores em suas aulas? Afinal, se um aluno achar que o professor não pensa igual a seu pai, poderá denunciá-lo a partir desse rascunho de Lei de Segurança Nacional?

Retornemos ao livro 1984, de George Orwell, em que crianças eram estimuladas a denunciar ao Estado totalitário professores considerados subversivos, não admitindo a pluralidade de pensamento. Muitos pais do século XIX não concordavam com professores abolicionistas. No século XX, muitos pais foram contrários às ideias de libertação feminina defendidas em sala de aula. A escola é um lugar de ampliação de pontos de vista. Por isso, não podemos permitir que uma lei que berra anacronismo seja aprovada. Não podemos deixar que a ficção da “doutrinação ideológica” e do “perigo vermelho” â�� argumento utilizado tanto por Vargas no Estado Novo quanto pelos militares em 1964 â�� seja usado para justificar mais um ataque aos professores deste nosso País, quando, na verdade, eles precisam do nosso apoio.

DEPUTADO WASNY DE ROURE � Permite-me V.Exa. um aparte?

DEPUTADO PROF. ISRAEL � Ouço o aparte de V.Exa.

DEPUTADO WASNY DE ROURE (PT. Sem revisão do orador.) � Deputado Prof. Israel, eu consigo acompanhar o pronunciamento de V.Exa., porque esse debate, a Comissão de Educação, Saúde e Cultura está se preparando para, a partir de audiências, ouvir o entendimento a respeito do projeto. Eu só considero que a ausência da autora da propositura em plenário dificulta bastante o entendimento ou a interpretação que ela queira dar ao projeto.

O Relator da matéria, Deputado Prof. Reginaldo Veras, já tem acumulado bastante coisa, e essa matéria com certeza será alvo de um aprofundamento. Agora, eu posso entender que a preocupação da Deputada Sandra Faraj, no entendimento que ela está buscando fazer, são as perdas de referências que as crianças, os adolescentes e os jovens estão tendo em sala de aula. Esse debate tem que ser aprofundado para que possa qualificar melhor o próprio entendimento do projeto.

Estamos exatamente às vésperas do encaminhamento do Plano Distrital de Educação. A lei prevê � e V.Exa., Deputado Prof. Israel, como professor, tem um domínio maior que o meu � que, até o final deste semestre, Brasília tem que ter o novo plano distrital. Neste momento, o que me preocupa mais, Deputado Prof. Israel, é o envio do projeto de lei do governo encaminhando o Plano Distrital de Educação. Temos tido contato com a Secretaria de Educação, várias reuniões têm sido feitas. Entretanto, a matéria ainda não chegou à Casa, e isso vai nos deixar com espaço mínimo para debater um projeto extremamente rico, extremamente vasto e que terá que ser votado de maneira açodada. Nós temos menos de dois meses para poder apreciar e deliberar uma matéria dessa natureza se queremos seguir a legislação federal.

DEPUTADO PROF. ISRAEL � Agradeço o aparte do Deputado Wasny de Roure.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE � Permite-me V.Exa. um aparte?

DEPUTADO PROF. ISRAEL � Ouço o aparte de V.Exa.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Sem revisão do orador.) � Permite-me V.Exa. um aparte?

DEPUTADO PROF. ISRAEL � Ouço o aparte de V.Exa.

DEPUTADO CHICO VIGILANTE (PT. Sem revisão do orador.) � Deputado Prof. Israel, eu acompanhei de perto o pronunciamento de V.Exa., que está com toda a razão. Esse é o pensamento dos educadores do Distrito Federal, tanto os da rede pública, quanto os da rede privada de educação do Distrito Federal, e isso é importante porque, nesse momento, houve uma junção entre os pensamentos dos professores da rede privada de educação e os dos professores da rede pública. Na verdade, esse projeto é tão ruim que não dá nem para emendar. � um absurdo!

Portanto, V.Exa. está coberto de razão. No que depender de mim, irei trabalhar para que esse projeto não seja aprovado nesta Casa, afinal de contas, isto aqui é a capital do terceiro milênio, nós estamos em um País que é a sexta economia do mundo. � importante que os professores tenham uma visão crítica, a educação tem que ser crítica para formar pensadores, para formar pessoas que não vão aceitar o estado de coisas que sempre foi estabelecido neste País. � por isso que esse projeto é nocivo.

Quanto ao Plano Distrital de Educação, para a nossa felicidade e a desta Casa, chegou hoje, acabei de fazer a sua leitura, quando estava secretariando o Deputado Agaciel Maia. � importante que a gente se debruce agora sobre ele.

DEPUTADO PROF. ISRAEL � Agradeço o aparte de V.Exa. e do Deputado Wasny de Roure.

Deputado Wasny, realmente é muito importante a gente prestar atenção no Plano Distrital de Educação. Esses projetos, a meu ver, estão proliferando no nosso País especialmente porque houve um tempo em que o professor era muito bem pago porque era o formador do nosso País. Quando o professor assumiu um papel crítico e se tornou um transformador, aí começou a ser atacado dessa forma. Mas a sala de aula ainda é o último bastião da resistência, e esse espaço nós não vamos aceitar perder.

DEPUTADO PROF. REGINALDO VERAS � Permite-me V.Exa. um aparte?

DEPUTADO PROF. ISRAEL � Ouço o aparte de V.Exa.

DEPUTADO PROF. REGINALDO VERAS (PDT. Sem revisão do orador.) � Deputado Prof. Israel, parabenizo V.Exa., mas não podemos esquecer que esta Casa é um espaço democrático.

A Deputada Sandra Faraj apresentou o projeto de acordo com suas convicções, e eu o relatei de acordo com as minhas convicções e com aquilo que acho que é o melhor para a sociedade brasileira e brasiliense, mas esta é uma Casa de debates. O Deputado Rafael Prudente pediu vista do processo, e o espaço está aberto. Segurarei o projeto até que a Deputada Sandra Faraj realize uma audiência pública, que eu acho muito bem-vinda. Parabenizo a Deputada por ter convocado essa audiência pública, que, salvo engano, está marcada para o dia 25.

Acho que é assim que a gente constrói a democracia: debatendo as divergências e tentando chegar a um ponto comum. Estaremos todos presentes, todos os segmentos da sociedade representados nessa audiência pública. Dali sairemos com a opinião formada e com as nossas convicções sedimentadas para dar um voto bem argumentado, dentro daquilo que é o melhor para a educação brasiliense e brasileira.

Muito oportuno o tema, Deputado, parabéns a V.Exa. por tê-lo abordado.

DEPUTADO RAIMUNDO RIBEIRO � Permite-me V.Exa. um aparte?

DEPUTADO PROF. ISRAEL � Ouço o aparte de V.Exa.

DEPUTADO RAIMUNDO RIBEIRO (PSDB. Sem revisão do orador.) � Deputado Prof. Israel, na verdade, tive notícia pelos jornais do projeto e acho que ele tem o mérito extraordinário de trazer luz a um debate dessa natureza. Esta Casa precisa, sim, discutir a questão da educação. � evidente que nós não podemos pintar aqui um quadro em que a educação nas nossas escolas é a melhor do mundo. Não, não é verdade, e nós sabemos disso até porque frequentamos também o magistério, eu também estive no magistério como V.Exa.

Quero apenas registrar aqui que, quando V.Exa. fala que nós conquistamos um espaço de libertação há pouco tempo, até ouso dizer, talvez por ter mais idade que V.Exa., que antigamente nós tínhamos também escolas excelentes, onde se formavam cidadãos, onde se formavam excelentes profissionais. Hoje, talvez pela profusão de notícias, talvez pela profusão de problemas que são colocados, é possível que não tenhamos o índice de aproveitamento idêntico ao que tínhamos lá no passado. Eu acho que isso é importante destacarmos. Com o passado nós temos muito o que aprender.

Acho que o grande mérito do projeto � e aqui eu ainda não estou me aventurando no debate de mérito � é trazer a discussão de um tema importantíssimo, a maior ferramenta de transformação de uma sociedade, para esta Casa. Então, eu quero, inclusive, parabenizar o pronunciamento de V.Exa., que, quando traz para este plenário essa manifestação, enriquece o assunto e convida e estimula as pessoas para que façam o debate.

Muito obrigado.

DEPUTADO PROF. ISRAEL � Muito obrigado, Srs. Deputados, pelos pronunciamentos.

Não tenho nada mais a acrescentar.

Data: 05/05/2015

Horário de início: 16h30

Sessão/Reunião: 36ª Sessão Ordinária

Página: 22

GDF: Israel quer saber como está a folha de pagamento dos próximos anos

Crédito da Imagem: Márcio H. Mota

A Comissão de Economia, Orçamento e Finanças (CEOF) recebeu na manhã de hoje (25), no plenário da Câmara Legislativa, os secretários de Planejamento e Orçamento, Leany Lemos, e de Fazenda, Leonardo Colombini. A audiência pública teve como objetivo a apresentação do balanço financeiro do governo do final de 2014 e tirar dúvidas dos parlamentares.

Professor Israel, membro da Comissão, questionou os representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) sobre a perspectiva em relação ao limite da folha de pagamento de pessoal ao longo dos próximos anos. �Precisamos saber ainda a expectativa de normalização a curto prazo para contratação em áreas com necessidades como saúde e educação�, interpelou o parlamentar.

Segundo o relatório apresentado pelos secretários, o limite de comprometimento das despesas com pagamento de servidores definido pela Lei de Responsabilidade Fiscal foi ultrapassado. Por isso, fora casos de emergências, fica impedido de realizar contratações, criar cargos, alterar a estrutura de carreira, dentre outras questões que aumentem as despesas.

Para a secretária Leany Lemos, a situação é sensível, e que, diante do impedimento atual, o GDF discute alternativas com o Poder Judiciário para casos emergenciais, como contrações temporárias na saúde e educação para suprir carências. �Vou acompanhar isso de perto�, finalizou Israel.

G@biNET � AC

Professor Israel acompanha negociação para pagamento dos servidores junto ao governo

Crédito da Imagem: Márcio H. Mota

O deputado Professor Israel acompanhou na manhã desta segunda-feira (23) reunião de negociação do Sindicato dos Professores (Sinpro-DF) e do Sindicato dos Trabalhadores em Escolas Públicas (SAE-DF) com membros do Governo do Distrito Federal (GDF). �nico parlamentar a comparecer ao Palácio do Buriti para o encontro, ele está empenhado em resolver o problema, que afeta os profissionais da educação da Capital Federal. �Essa luta também é minha. Os professores não podem ficar sem receber seus atrasados e esta é a prioridade�, destacou Israel.

Os profissionais da educação cobram o pagamento do 13º salário dos que receberiam em dezembro, a rescisão contratual de cerca de 8 mil professores temporários e as férias. Tudo isso sem parcelamento.

O Governo propôs que, caso haja aumento na arrecadação de recursos, serão adiantadas algumas parcelas dos atrasados. Já a Antecipação de Receita Orçamentária (ARO), que é apontada como a solução para os pagamentos de forma integral, está em trâmite no Governo Federal e poderá ser concluída apenas em abril.  Ao fim do encontro foi gerado um documento onde o GDF assumiu o compromisso de tentar resolver as pendências com a categoria e ainda, garantiu que não irá enviar à Câmara Legislativa nenhum projeto que retire direitos dos servidores.

Em assembleia realizada após a reunião, os profissionais da rede pública de educação decidiram manter a paralisação até o próximo dia 27, quando haverá novo encontro entre sindicatos e GDF. Enquanto isso, 470 mil estudantes ficarão sem aula. O ano letivo estava previsto para iniciar hoje. �Estamos buscando a solução deste impasse para que os estudantes não tenham atraso no ano letivo e para que os trabalhadores possam voltar para a sala de aula�, esclareceu Professor Israel.

Clique aqui e veja  as fotos da assembleia dos servidores da educação

G@biNET � AC

Mais um grupo do Brasília Sem Fronteiras chega à capital

desembarque BSF _ França-19Mais 325 estudantes do Brasília Sem Fronteiras aterrissaram neste sábado (30), no Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, vindos dos Estados Unidos, Europa e Oceania. Principal articular do programa na Câmara, o deputado Professor Israel, que sempre faz questão de abrir espaço em sua agenda para acompanhar a chegada dos alunos, esteve presente junto às famílias no momento do desembarque.

A emoção da família ao reencontrar os estudantes era cena comum. Uma mãe comentou com o Professor Israel do orgulho de receber o filho, após um mês de intercâmbio no exterior. �Faço questão de vir e sempre me emociono com o reencontro dos meninos com a família. Eles voltam com inúmeras possibilidades e portas abertas, prontos para viver uma nova história�, disse ele.

Professor Israel com Ana Maria (branco), seus filhos e familiares

Na porta do desembarque, Ana Maria Soares posicionou-se para que seu filho Aduilson (17 anos) visse a faixa de boas vindas. Junto ao caçula Luiz Eduardo (11), ela também segurou cartaz em que o estudante aparece em reportagem sobre o programa em um jornal francês.

Moradora de Sobradinho, a técnica de enfermagem quer lutar agora pela continuidade do projeto para que Luiz Eduardo também possa ter a mesma oportunidade que o irmão mais velho. �Esse projeto garante melhores oportunidades e um futuro para filhos de pessoas que, como eu, não têm condições de pagar estudos no exterior�, afirmou Ana Maria.ra que seu filho Aduilson (17 anos) visse a faixa de boas vindas. Junto ao caçula Luiz Eduardo (11), ela também segurou cartaz em que o estudante aparece em reportagem sobre o programa em um jornal francês.

desembarque BSF _ França-3
Odileia à espera da saída de seu filho Geraldo

Ao lado dela, outra mãe, Odileia Lima, saiu de Ceilândia para buscar Geraldo, o filho de 21 anos. �Essa é uma grande oportunidade para meu filho. Ele é aluno da UnB e estuda língua estrangeira aplicada, sem essa bolsa, jamais poderia ter feito este curso�, explicou a copeira.

Recompensa ao esforço dos estudantes

desembarque BSF _ França-14
Família Guedes na recepção da estudante Mariana

O policial militar Altemar Guedes foi reencontrar a filha Mariana (17) e falou da importância do governo conceder bolsas de estudo no exterior. �Estou muito feliz por ela, é a primeira pessoa de toda nossa família a ir ao exterior. � importante o investimento em educação e em projetos como esse, que valorizam o esforço do estudante�, afirmou.

desembarque BSF _ França-12
Professor Israel, o estudante Augusto Almeida e seu pai no desembarque

A família do intercambista Augusto Almeida (18) saiu de Valparaíso para comparecer ao momento do desembarque.  Entre faixas e abraços dos pais e dos irmãos, ele falou da importância de se dedicar para o processo seletivo do programa. �Quando fiquei sabendo da prova, dei o máximo de mim aos estudos de francês e fui selecionado! Volto da França mais responsável e sei que essa experiência vai ser fundamental para a minha carreira�, pontuou o estudante de jornalismo.

Alunos dos CILs e universitários

Ao total foram 300 estudantes dos Centros Interescolares de Línguas (CILs) e 25 universitários. Os alunos dos CILs, além do curso de imersão lingüística, estudaram Liderança Global com �nfase em Empreendedorismo na Universidade do Estado do Arizona (EUA), na Universidade Clermont-Ferrand  (França) e na Universidade de Santiago de Compostela (Espanha). Já os universitários estiveram na Universidade de Tecnologia de Auckland (Nova Zelândia), realizando o curso de Liderança Global para o Futuro.

GabNET – TR

Grupo do Paranoá convida Professor Israel para conhecer projeto de cultura afro-brasileira

Grupo Tamnoá

O Professor Israel esteve reunido na noite dessa quarta-feira (20) com os representantes do Grupo Organização Cultural e Ambiental Tambores do Paranoá (Tamnoá) para discutir a importância da difusão da cultura afro-brasileira e conhecer as iniciativas educacionais em meio ambiente.

Durante o encontro, o grupo expressou a preocupação pela falta de iniciativas que protejam e ajudem a divulgar projetos de cultura afro-brasileira e de meio ambiente. O Professor lembrou da existência da lei federal 10.639, que obriga as escolas a incluírem em seu programa de ensino a temática de história e cultura afro-brasileira, e afirmou que muitos colégios descumprem por puro desconhecimento. �Não podemos deixar passar branco. Precisamos valorizar a herança africana na nossa sociedade�, reforçou.

O grupo Tamnoá oferece cursos e oficinas gratuitos de musicalidade, dança e luthieria (fabricação artesanal de instrumentos musicais percussivos) para a comunidade do Paranoá e do Itapoã.  Atualmente, o grupo atende mais de 300 crianças, entre meninos e meninas carentes da região. O local ainda ostenta o selo de Ponto de Cultura, através do convênio firmado com a Secretária de Cultura do DF.

GabNET – TR

Professor Israel homenageia estudantes campeões dos Jogos Mundiais, na �ustria

sessao solene - jogos mundiais das escolas catolicas-248

Por iniciativa do deputado Professor Israel, os estudantes brasilienses que tiveram destaque nos Jogos Mundiais das Escolas Católicas foram homenageados nesta quarta-feira (13) na Câmara Legislativa. Cerca de 30 jovens receberam moção de louvor e relembraram as vitórias na competição, realizada em julho na �ustria. Enquanto o Brasil ficou em quarto lugar na Copa do Mundo, o grupo levou a bandeira nacional ao pódio e colecionou medalhas de ouro.

Durante a cerimônia, o Professor Israel parabenizou todos eles e falou da importância do esporte para a formação dos jovens. �O estudante que pratica esporte está preparado para superar desafios. Precisamos de mais incentivo, somos a sexta economia do mundo, mas a nossa realidade olímpica não reflete a grandeza do nosso País�, declarou.

A homenagem se estendeu também ao trabalho da comissão técnica, professores e diretores dos colégios participantes � Escola Franciscana Nossa Senhora de Fátima, Colégio Marista de Brasília e Centro Educacional Sagrada Família �, como um esforço conjunto que gerou bons resultados.

Presente na sessão, o presidente da Federação Regional dos Desportos do DF e Entorno (FRDEDF), Marcelo Rozemberg, ressaltou o legado de eventos como os Jogos Mundiais para a vida dos atletas. �Uma competição como essa envolve interdisciplinaridade de matérias. O aluno fez pesquisa da geografia do país, estudou outro idioma, usou a matemática para a conversão da moeda, e isso fica como experiência�, afirmou.

Vitórias e recordes

Os estudantes obtiveram destaque em todas as modalidades que disputaram. A Escola Franciscana Nossa Senhora de Fátima enviou o maior número de atletas (25), conquistando medalhas de ouro no vôlei feminino, no futsal masculino e na natação masculino.

Para a capitã do time de vôlei, Olga Luisa Bezerra, a vitória obtida na �ustria tem sabor de despedida. A atleta, que está terminando o 3º ano, já vem treinando em um clube da cidade e pretende se profissionalizar. �Foi muito bom, tivemos uma experiência única�, contou. O mesmo vale para Mateus da Silva, capitão do time de futsal do Fátima: �Ficou marcado, vai deixar saudades�.

�nico atleta do Sagrada Família, Leandro Bressan voltou com cinco medalhas e dois recordes na natação � 50 e 100 metros de nado peito. Foi sua primeira prova fora do País. �Sem a ajuda da escola, seria impossível! Contei com apoio inclusive na reposição das aulas e provas que perdi quando viajei�, relatou.

A alegria pela homenagem estava refletida no rosto de atletas e também dos pais. Aldo Moreno, pai do nadador Guilherme, aluno do Marista, elogiou a iniciativa. �Ações como essa fortalecem a continuidade do atleta no esporte. Só quem acompanha de perto sabe da dificuldade para conseguir o credenciamento da federação para competições internacionais. Fico feliz que os meninos recebam este reconhecimento agora�, afirmou.

Participaram ainda da sessão representantes das escolas envolvidas e o vice-presidente do Sindicato das Escolas Particulares do DF (Sinepe-DF), �lvaro Moreira Junior.

Confira aqui as fotos do evento.

Fonte: GabiNET – TR

Atletas do DF que participaram dos Jogos Mundiais das Escolas Católicas recebem homenagem

Fonte: Facebook Federação Regional do Desporto Escolar do DF - FRDEDF

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Os atletas brasilienses campeões nos Jogos Mundiais das Escolas Católicas serão homenageados em sessão solene na Câmara Legislativa do DF nesta quarta-feira (13), às 10h, no plenário da Casa. Cerca de 30 estudantes de três colégios da cidade, além da comissão técnica, receberão moção de louvor pelo feito conquistado na �ustria, país que sediou o evento em julho deste ano. A iniciativa é do deputado Professor Israel (PV-DF).

Os Jogos Mundiais ocorrem há mais de 75 anos na Europa e, desta vez, houve representantes de mais de 10 países competindo em diferentes modalidades: atletismo, basquete, xadrez, futebol, futsal, natação, tênis e vôlei. A delegação brasileira contou com atletas de Minas Gerais, Paraíba, São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Da capital federal, a Escola Franciscana Nossa Senhora de Fátima foi a que mais enviou atletas e 25 deles conquistaram medalhas no vôlei feminino, futsal masculino e natação masculino. O Marista de Brasília e o Centro Educacional Sagrada Família foram representados cada qual por um estudante, na categoria natação masculino.

Vitórias e recordes

Os estudantes de Brasília obtiveram destaque nas modalidades disputadas, mas a grande surpresa foi o estudante Leandro Bressan, do Sagrada Família, que voltou com cinco medalhas e dois recordes na natação � 50 e 100 metros de nado peito.

A iniciativa do deputado Professor Israel, através dessa homenagem da CLDF, é destacar e dar visibilidade às ações que incentivem a prática de esportes nas escolas e promovam atletas do DF.

Fonte: GabiNET – TR

Estudantes que embarcaram pelo BSF em julho estão de volta

desembarque BSB-15

O deputado Professor Israel acompanhou neste sábado, (9) de agosto, o desembarque de mais um grupo de estudantes do programa de intercâmbio público Brasília Sem Fronteiras (BSF), do qual é o principal articulador na Câmara Legislativa. A turma, que viajou em julho, passou 30 dias nos Estados Unidos estudando inglês na renomada Universidade George Washington.

Ainda no aeroporto, Geovana Albuquerque , de 17 anos, falou da importância da experiência, principalmente, para sua maturidade profissional. �O BSF ajudou a escolher o que quero fazer e também a inovar no mercado de trabalho para sobressair profissionalmente�, afirmou na chegada, ressaltando que o programa é uma iniciativa para o futuro e para a vida como um todo.

Para a também intercambista Carmem Luíza, 21 anos, a iniciativa mostra a responsabilidade que o Professor tem no investimento em educação.  �Se queremos um Brasil melhor este é o caminho�, disse ela.

O Brasília sem Fronteiras é destinado a alunos da rede pública de ensino e também a universitários, e financia em 100% os custos dos alunos no exterior.  Os principais destinos são Estados Unidos e Europa.

Até o final de 2014, cerca de 1000 estudantes terão embarcado para o exterior desde a criação do programa, no ano passado. �Para muitas famílias seria impossível financeiramente enviar seus filhos a outros países se não fosse com a ajuda do programa�, considerou Israel.

Fonte: Gabinet – TR

Em seminário, Israel defende a aprovação da Lei Geral dos Concursos para a esfera pública federal

Divulgação: Vestcon

O Deputado Professor Israel participou, na tarde desta quinta-feira (7), de seminário sobre o projeto de lei 252/2003, mais conhecido como a Lei Geral dos Concursos, eO PL 252/2003 estende ao âmbito dos concursos públicos federais garantias e direitos semelhantes aos já conquistados para os certames realizados no Distrito Federal. �Aqui esse projeto esteve engavetado por quase oito anos e, para que seguisse adiante, foi necessária a participação de professores, associações da área e de estudantes sensíveis à causa�, explicou Israel, autor das principais emendas da lei de concursos que vigora na capital do País.m tramitação no Congresso. O evento, organizado na unidade do grupo Vestcon Concursos da 509 Norte, foi dirigido a concurseiros, professores e concursados que demandam maior segurança jurídica nos processos seletivos.

Para o professor Ernani Pimentel, presidente do grupo Vestcon e membro da Associação Nacional de Apoio e Proteção aos Concursos (Anpac), a legislação local trouxe grandes avanços para quem quer conquistar a tão sonhada vaga no serviço público. Além de reiterar essa conquista do Professor Israel para a comunidade concurseira, ele falou da necessidade de extensão dessa lei a nível nacional.

�Em Brasília, a fiscalização sobre as etapas dos concursos é frequente, porém esta não é a realidade de outras localidades do Brasil. Muitas vezes há concursos mal organizados ou o candidato aprovado permanece na eterna expectativa da vaga que nunca sai�, afirmou Ernani.

No Congresso, o projeto encontra barreiras quanto à divergência de opiniões com relação à obrigatoriedade de nomeação dos aprovados � ponto alto da lei local. �Esse item não pode ser suprimido da lei, é o que garante o direito à nomeação de quem passou�, ressaltou Israel.

Um dos relatores da matéria na Câmara Federal, o deputado Policarpo (PT-DF) enviou representante para acompanhar o seminário. Dirigindo-se a ele, o Professor Israel pediu agilidade no processo, uma vez que os estudantes são os maiores prejudicados pela ausência da lei.

Alguns pontos da lei federal dos concursos

- Prazo de antecedência mínima de 90 dias entre o lançamento do edital e a realização da prova.

- Fim de concursos somente para cadastro de reserva.

- Lista de aprovados com data prevista para nomeação.

- Anulação de questões mal redigidas ou que admitam dupla interpretação por parte do candidato.