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Professor Israel solicita contratação imediata de agentes comunitários de saúde

Imagem: Folha Metropolitana do DFO deputado Professor Israel enviou ofício ao Secretário de Estado da Casa Civil do DF, Swedenberger Barbosa, solicitando imediata autorização da Casa Civil para a contratação de agentes comunitários de saúde. Representantes dos aprovados no processo seletivo simplificado para o cargo de Agente Comunitário de Saúde informaram que o certame tem enfrentado uma série de dificuldades na contratação de novos servidores.

Segundo a Secretaria de Saúde, há 410 vagas existentes e que precisam ser preenchidas em caráter emergencial. Inclusive, a própria Secretaria aguarda resposta da Casa Civil em relação a processo sobre esse mesmo tema. “Se a comunidade precisa imediatamente desses agentes de saúde e existem vagas disponíveis é importante que haja bom senso e urgência no enfrentamento dos problemas desse concurso, pois a população é a maior prejudicada enquanto não resolverem essa questão”, acredita o deputado Professor Israel.

Documento

“Sabe-se que, no mesmo processo seletivo, por meio de uma liminar, o DF conseguiu autorização do Juízo da 2ª VFP/DF, Processo 2013.01.1.136980-0, para a contratação de alguns profissionais de saúde, na qual os Agentes Comunitários de Saúde não foram incluídos”, diz trecho do documento.

A solicitação do deputado leva em consideração justamente essa informação de que contratação semelhante já ocorreu para outros profissionais de saúde do mesmo processo seletivo. Logo, solicita que Procuradoria Geral do DF possa adotar as medidas judiciais cabíveis.

Realidade no DF

Um estudo realizado pelo Conselho Federal de Medicina aponta que o Distrito Federal possui a pior cobertura de agentes comunitários de saúde do país, atingindo apenas 19,13% da população. O papel desse profissional é atuar junto às famílias, acompanhando grávidas, incentivando o aleitamento materno, orientando a comunidade a usar adequadamente os serviços e compilando registros de casos de doenças como a dengue, por exemplo.

O levantamento foi feito com base nos relatórios resumidos de execução orçamentária de 2013, enviados por todos os estados para a Secretaria do Tesouro Nacional. Segundo o estudo, São Paulo é a segunda unidade da federação com pior índice no ranking, com cobertura de 35,36%, seguido pelo Rio Grande do Sul (43,58%), Rio de Janeiro (48,11%) e Pará (58,29%). A média brasileira é de 62,48%, e todos os outros estados a superam.

 

Fonte: GabiNET – VM  (com Folha Metropolitana do DF)

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