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Professor Israel escreve sobre o Uber no Jornal de Brasília

O deputado Professor Israel escreveu artigo para o Jornal de Brasília, o qual fala sobre o Uber e a economia criativa.

Economia Criativa

A economia criativa surge em um momento de crise, onde as pessoas são impulsionadas a buscarem soluções para os problemas como emprego, moradia, mobilidade e alimentação. Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), essa modalidade de empresa movimenta 2,6% do PIB brasileiro.

É neste cenário que surge o Uber, o aplicativo que conecta clientes a motoristas particulares habilitados pelo sistema. Começou como uma start up e hoje está avaliado em U$ 42 bilhões. Disponível no Brasil – Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, o serviço está causando polêmica, quanto à sua regularidade. Algo difícil de se mensurar, uma vez que a economia criativa é uma novidade em todo mundo.

O Estado não consegue acompanhar a velocidade do crescimento de uma economia baseada em ideias e desenvolvimento de tecnologia. Talvez seja este o motivo pelo qual este tipo de economia não progride no Brasil, onde a burocracia é considerada mais importante do que as soluções encontradas para problemas práticos.

Diferente de muitos serviços, a regulação das empresas que trabalham com a criatividade é realizada pelo consumidor satisfeito ou não. O Uber é aprovado pelos seus usuários. O padrão internacional de atendimento pode ser percebido ao usar o Uber em várias localidades diferentes do mundo. Dentro desta perspectiva, se os meios de mobilidade já existentes pudessem ser avaliados pelos usuários, será que seriam aprovados?

Esse é o momento para discutir a qualidade dos serviços prestados. O surgimento do Uber pode ser aproveitado pelos sindicatos dos taxistas de todo País para debater a melhoria do serviço de forma a satisfazer o consumidor que já paga por bandeiras tão caras, num sistema que dominava o mercado até agora.

Deputado Distrital Professor Israel (PV)

 

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