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Não se faz um mandato dentro do gabinete

Sobre a matéria de uso de combustível na Câmara Legislativa

 

A notícia é referente a janeiro de 2015, período do recesso parlamentar. Nesse mesmo mês eu trabalhei normalmente e o gabinete estava em pleno funcionamento. Começamos o ano retornando a sociedade com inúmeras agendas nos quatro cantos do DF, para entender os anseios dos cidadãos e fazer o planejamento anual do mandato.

Entramos 2015 também travando uma luta: o pagamento dos salários atrasados dos professores da rede pública de ensino. A crise que assolou o DF e fatalmente recaiu sobre os educadores, nos exigiu uma corrida contra o tempo – sob pena de prejudicar ainda meio milhão de estudantes. Sou professor e fui à luta.

Trabalhamos em janeiro – mês do recesso parlamentar – arduamente para que o impasse fosse solucionado, ao mesmo tempo em que a minha equipe estava percorrendo as cidades em encontros com a população.

Todas essas atividades elevaram o nosso custo. Por outro lado, sabendo que o uso do combustível seria maior, como forma de compensação economizamos 60% de toda a verba indenizatória, o que aponta para a gestão responsável.

Ainda no mês de janeiro, houve um grande apelo da parte dos concurseiros para que fosse sancionada a minha lei que derruba a limitação do cadastro de reserva (Lei 5450/2015). Eles também foram plenamente atendidos em diferentes ocasiões e em diferentes agendas.

Resultado do nosso trabalho: conseguimos superar o impasse dos professores, os alunos voltaram às aulas, ouvimos exaustivamente a população e conquistamos a lei que beneficiou todos os concurseiros da capital federal com o fim do cadastro de reserva. Então, se usamos os recursos pelo bem da sociedade, dentro da legalidade e não em benefício próprio, fiz valer meu compromisso de ter um mandato realmente produtivo.

Professor Israel

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