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Imprensa repercute devolução de mandato ao deputado Professor Israel

mandato-profisraelDiversos veículos de comunicação repercutiram, nessa quarta (9) e quinta-feira (10), a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de manter o mandato do deputado Professor Israel (PV) na Câmara Legislativa. A perda do cargo havia sido determinada no dia 26 de março, após julgamento pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do DF, que alegou infidelidade partidária.

O Portal G1, um dos primeiros a divulgar a notícia, destacou que a decisão no TRE foi apertada, 4 votos a 3. “Eleito pelo PDT em 2010, Israel mudou de sigla em 2012 – ajudou a fundar o PEN no DF – e, em 2013, se transferiu para o PV, partido em que está atualmente. O parlamentar recorreu da decisão e afirmou considerar a perda de mandato uma ‘injustiça gravíssima’”.

Seguindo a mesma linha, o jornal Correio Braziliense relembrou que, enquanto o PDT cobra de Israel o mandato alegando infidelidade partidária, o mesmo partido abriga em seus quadros dois deputados distritais em situação semelhante.

A coluna do Alto da Torre do Jornal de Brasília destacou o título “Liminar mantém Israel na Câmara” e o Portal Clica Brasília, da mesma empresa de comunicação, publicou nota com a manchete: “TSE devolve mandato ao deputado distrital Professor Israel”.

A notícia da devolução do mandato ainda foi divulgada por diversos sites e blogs de política. O site Estação da Notícia recordou uma afirmação do professor quando da decisão em primeira instância pelo TRE. “Eu saí do PDT com autorização judicial expressa do tribunal. É um absurdo que um mandato conquistado de forma transparente seja tomado dessa forma enquanto tantos outros que tenham feito tantas atrocidades contra a sociedade permaneçam no poder”, afirmou Israel.

Na sessão da Câmara Legislativa ocorrida ontem à tarde (9), Israel foi parabenizado por outros distritais e pelo presidente da Casa, deputado Wasny de Roure, que reconheceu a importância do trabalho feito por ele em prol dos cidadãos do Distrito Federal.

Medida cautelar

O professor não chegou a sair da CLDF, pois logo após a publicação do acórdão pelo TRE-DF, ele entrou com recurso no TSE – corte superior. A decisão liminar foi concedida pelo relator do processo no Tribunal, ministro Henrique Neves, na noite do dia 8. (Leia mais). O processo ainda precisa ser julgado pelo Plenário.

Alguns veículos de imprensa chegaram a publicar o termo “cassação” ao invés de “perda de mandato”, o que significa uma grande diferença. Já que em um processo de perda de mandato o parlamentar tem seus direitos políticos preservados, o que não ocorre quando um deputado é cassado.

Fonte: GabiNET – VM

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