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Especial Professores: Conheça a história de uma família que ama lecionar

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Aulas nada convencionais são os métodos de ensino de uma família de irmãos professores que moram no Gama-DF. São eles: Cleta, Fernando, Dalma, Maristela e Lanusa Menezes. Muito mais do que quadro e pincel, eles desenvolvem vários processos criativos para ensinar seus alunos, mesmo que não recebam um centavo a mais pela dedicação empregada.

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A família conta que o sonho de ser professora era da mãe, Francisca Menezes, hoje com 76 anos. Ela morava no interior de Quixadá, no Ceará, e era alfabetizadora de crianças, mesmo tendo apenas a 4ª série. O pai, Antônio da Silveira, foi pioneiro na construção de Brasília. Nascido em Açu, no Rio Grande do Norte, veio para a Capital Federal em 1958. Aliás, foi onde conheceu a dona Francisca, mais precisamente na Vila Planalto. Casaram-se e tiveram seis filhos. Apenas um seguiu o caminho diferente do magistério: Cláudio, que nasceu logo depois da irmã mais velha, Cleta, é perito criminal em contabilidade da Polícia Federal. Os outros irmãos sem dúvidas e maiores dilemas abraçaram a profissão de ensinar.

A matemática dos três irmãos

Cleta foi a pioneira da família na educação. Matemática é sua grande paixão

Foto: Renato Perotto

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Cleta Menezes, 46 anos, foi a precursora dessa história. Na adolescência, fez o curso Normal para que pudesse logo trabalhar como professora e ajudar os pais nas despesas da casa. Aos 18, passou no vestibular para matemática e desde então são 27 anos dedicados à educação. Para ela, matemática não é bicho-papão e por meio de paródias, fantoches, jogos, dança, pintura, jornal-mural e outros métodos vai ensinando seus alunos que a matemática faz parte do dia-a-dia de todos. Para os professores que não têm o mesmo ânimo, Cleta dá a dica: “o trabalho tem que ser diversificado e criativo, mas jamais o professor pode perder o foco do conteúdo. Todas as aulas são programadas”.

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A professora de matemática acredita que na era da informação, em que os alunos têm computador, tablets, celulares e tudo contribui para tirar a atenção da sala de aula, os professores precisam se reinventar para manter a turma motivada. “A recompensa vem por meio das coisas positivas que vemos todos os dias com os alunos”.

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Enquanto Cleta afirma que sempre teve a certeza de que queria ser professora, o irmão Fernando*, 44 anos, conta que descobriu sua vocação um pouquinho mais tarde, quando estava concluindo a faculdade de matemática. “Foi quando eu percebi que levava jeito para ensinar”. No ensino médio, ele fez curso técnico de eletrônica e trabalhou em uma empresa de telecomunicações. “Com esse trabalho, consegui pagar faculdade de matemática. Após concluir o curso, em 1993, fiz o concurso da fundação e passei. Estou dando aula até hoje”, relata Fernando que já soma 20 anos de magistério.

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Seu método de ensino já é diferente do utilizado pela irmã. “Como professor, alio o uso da tecnologia para auxiliar no ensino-aprendizagem”. Fernando já atuou em Santa Maria e atualmente trabalha no Gama com 2ª e 3ª séries do ensino médio. “O maior tesouro que os pais podem deixar para os filhos é a educação. Parece senso comum, mas passei a vida toda ouvindo isso dos meus pais. Levo comigo e tenho passado para minhas filhas, e está dando certo”.

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A outra irmã que também seguiu o caminho da matemática concorda. Maristela, 41 anos, guarda com carinho os ensinamentos que recebeu do pai, falecido no ano passado. Sobre a forma de ensinar os alunos, ela já se identifica com a irmã mais velha, Cleta.“Ela foi minha grande inspiração para me tornar professora”, confessa. Aos 19, Maristela fez vestibular para matemática no UniCeub e passou. O pai, Antônio, então correu para conseguir uma bolsa de estudos para a filha poder fazer a faculdade. “Antes disso, fiz magistério e comecei a trabalhar por contrato temporário dando aula para o ensino fundamental, como professora de ciências”.

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Maristela lembra que também sofreu influência da sua professora Irene da 7ª série. “Foi ela que me fez gostar de matemática”. Segundo Maristela, a atuação do professor é fundamental para fazer o aluno gostar ou não de determinada matéria. Em 2009, recebeu condecoração do Departamento de Trânsito do Distrito Federal – DETRAN/DF – por criar o programa Geometria no Trânsito, que consistia em ensinar os alunos geometria por meio das placas de sinalização, faixa de pedestre, entre outros. “Os professores estão desmotivados. É preciso criar, querer fazer a diferença”, diz Maristela.

As irmãs da Língua Portuguesa

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A relação de Dalma Menezes, 42 anos, com a educação também começou cedo quando cursou o magistério. Casada com um professor de geografia, conta que toda a família se une para trocar experiências e métodos de ensino que fazem sucesso entre os alunos. Mas lembra que nada foi fácil para ela ou para os irmãos. “Todos nós estudamos em escola pública, não tínhamos carro… Quando fui fazer o vestibular de letras, lembro que meu pai me levou de ônibus às 5 horas da manhã para ter certeza de que eu chegaria no horário, pois precisávamos pegar duas conduções. Claro que fui a primeira a chegar”, conta, rindo hoje da situação. “Ele (sr.Antônio) sempre nos educou para sermos honestos, responsáveis e pontuais. Aliás, foi um ensinamento que recebemos também da minha mãe, que sempre cuidou de nós”, reconhece Dalma.

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A professora de Língua Portuguesa começou a lecionar aos 21 anos para alunos do ensino fundamental. Trabalhava pela manhã no Gama e à tarde em Ceilândia. Com seu jeito carinhoso, Dalma estabelece um relacionamento interpessoal com a classe. “Você precisa conquistar o aluno, ele quer ser respeitado”, acredita. “Ajudar as pessoas e saber que elas vão melhorar a sociedade é minha grande recompensa”, finaliza.

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A irmã caçula, Lanusa Menezes, 37 anos, também optou por fazer o curso de Letras, mas ela foi a única a estudar em outra faculdade, porém, assim como eles, ela também correu atrás de uma bolsa de estudos. Na época, participou de um programa de alfabetização de adultos, onde dava aula para idosos. A bolsa era de 80%, o que a ajudou e muito a se formar. “Eu adorava dar aula para os idosos, foi ali que apaixonei pela profissão. O carinho e o amor que eu dava retornavam para mim por meio de sorrisos e aprendizagem e isso me contagiava”, lembra.

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Hoje a professora de português “superpop” já deu aula para todas as séries do ensino médio e fundamental. Além do Gama, trabalhou em Santa Maria e no Recanto das Emas. Em 2011, fez pós-graduação em Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar pela UnB. Há menos de dois anos recebeu o convite da então diretora regional de ensino do Gama para implementar a Sala de Recursos para Pessoas com Deficiência Generalista no Centro Educacional nº 7. “Fiquei com muito medo de deixar minhas turmas, mas hoje estou amando e não quero mais sair daqui”, confessa Lanusa, que trabalha com alunos portadores de deficiência intelectual ou TGD (Transtorno Global do Desenvolvimento).

O trabalho além da sala de aula

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Quem conhece um pouco da história da família de professores Menezes da Silveira sabe que eles não vêem o ato de lecionar como um mero trabalho que paga suas contas no fim do mês. A dedicação aos alunos fora da sala de aula, especialmente das irmãs professoras, é outra marca registrada dessa família.

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“Tem colega de profissão da gente que brinca chamando nossos alunos de filhos… fulana, seu filho chegou”, diz Lanusa, que, depois de assumir o trabalho com alunos especiais, passou a se doar ainda mais. Ela conta a história de uma aluna de 13 anos que foi diagnosticada com fobia social e havia parado de frequentar a escola.

Quando Lanusa conheceu a aluna, fez questão de acompanhar a mãe e a estudante na consulta ao psicólogo e aos poucos foi conseguindo fazer com que a menina voltasse à sala de aula. “O psicólogo chegou a dizer que eu consegui em pouco tempo o que ele tentava há um ano. Ela voltou a sorrir e a falar. Isso é gratificante demais”, se emociona.

“A gente ganha a confiança dos alunos e, muitas vezes, eles nos contam coisas que deveriam partilhar com seus pais”, diz Maristela.

As quatro irmãs são muito comunicativas, mas na hora de contar as ações extracurriculares que fazem pelos alunos elas ficam tímidas. No fim da entrevista, uma das irmãs revelou que a professora Cleta chegou a organizar um bazar para alunos da zona rural. “Não recebemos o reconhecimento da fundação, de outros colegas, não recebemos a mais no fim do mês por isso”. Elas fazem tudo isso por amor à profissão e por saberem que, no fundo, o professor tem o poder de transformar vidas. E essa é a maior recompensa que se pode ter.

*O professor Fernando preferiu não aparecer nas fotos.

Reportagem: GabiNET – VM
Fotos: Renato Perotto

3 comentários

  1. Mateus Gonçalves Gomes disse:

    Vixe, que eu já fui aluno de quase todo mundo aí! Kkk
    Maristela, Dalma e Lanusa, professoras do ensino fundamental e médio. Fernando era o vice-diretor da escola que eu estudava!
    Fui aluno até do deputado sentado aí na foto!
    Só faltou a Cleta! Completaria o time!

  2. Laiane disse:

    Professora Mariste e professora Dalma e seu esposo professor Sidney tbm kkkk, que saudades deu agora!! Espero que todos estejam bem!!! Abraços! !

  3. Laiane disse:

    Professora Mariste , professora Dalma e seu esposo professor Sidney tbm kkkk, foram meus professores no antigo 13 do Gama, que saudades deu agora!! Espero que todos estejam bem!!! Abraços! !

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