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Sou contra projeto que quer tirar dos cidadãos direito de entrar com representações contra deputados

Desde a semana passada, eu vinha respondendo pontualmente cada questionamento que recebi sobre os Projetos de Resolução 81 e 82. Porém, após a matéria do Correio Braziliense de ontem (20) multiplicaram-se os comentários. Por isso, em atenção aos meus eleitores, faço questão de esclarecer meu posicionamento sobre o assunto para que todos possam ter acesso.

Projeto de Resolução 82/2014

Sobre o Projeto de Resolução 82, que retira do cidadão o direito de representar contra deputado, não houve votação no primeiro turno e desde o início afirmei que sou contra. Assinei a admissão para tramitação, o que é prática na Câmara Legislativa.

O PR foi somente lido no Plenário e não houve debate sobre a matéria, que só ocorreria nos próximos dias com a tramitação do texto na Casa. Acredito é direito do cidadão abrir representação contra um político, pois, afinal de contas, estamos aqui para representar o povo que nos elegeu. Por isso, sou contra a matéria.

Projeto de Resolução 81/2014

Para mim, a discussão sobre o PR 81 era mais complexa. Só votei favorável no primeiro turno para aprimorar o texto e equipará-lo às regras da Lei da Ficha Limpa. Acredito que os mesmos critérios que permitem um cidadão se tornar deputado devem ser válidos para retirar dele o direito de ser parlamentar.

O PR 81 exigiria que a abertura de processo disciplinar contra parlamentar se daria somente após o trânsito em julgado de uma sentença (ou seja, em última instância, quando não cabe mais nenhum recurso). Minha ideia era equipará-lo às mesmas regras da Lei da Ficha Limpa. Ou seja, bastaria uma decisão colegiada para autorizar a abertura/seguimento do processo. Seria a mesma regra para entrar e a mesma para sair. Esse era o meu debate!

No entanto, essa discusão não se mostra mais possível porque as posições se radicalizaram e hoje acredito que não haja ambiente para que o texto evolua. Por isso, do jeito que está, votarei contra o PR 81 no segundo turno.

Tenho muito respeito pelos meus eleitores, por isso desde semana passada venho respondendo um a um todos os questionamentos. Ontem divulguei um vídeo porque queria falar direto para você que, certamente, ficou assustado com a repercussão na mídia me colocando como um deputado que é contra o povo. Isso é um verdadeiro absurdo. Doeu em mim e em todos os que depositaram a confiança no meu mandato.

Sou responsável nas minhas ações e não trabalhei duro até aqui para perder a confiança de quem acabou de renová-la nas urnas. É por isso que faço questão de registrar a minha versão sobre os fatos. E como professor de História e cientista político que sou continuo orientando: questionem sempre! Busquem a verdade. Não acreditem em tudo que lêem de imediato. Eu não me furto ao debate.

Agradeço sinceramente todas as manifestações que recebi, por e-mail, redes, telefone, pessoalmente. Isso é o reflexo de um mandato VERDADEIRAMENTE participativo. O meu muito obrigado!

Professor Israel

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Ditadura x Democracia: 50 anos que não podem e não serão esquecidos

abaixo-a-ditadura1O ano de 2014 marca os 50 anos do golpe militar sofrido pelo Brasil, após a posse de um governo eleito pelo povo. É um triste aniversário, mas que precisa ser lembrado para que a gente resgate o que aconteceu e valorize o que nós temos hoje e conquistamos a duras penas.

O processo que resultou no golpe foi complexo, mas teve início devido ao descontentamento e temor de algumas reformas propostas pelo presidente deposto João Goulart. Ele passou a ser visto por setores da política nacional e internacional como partidário do comunismo. Isso acendeu a luz amarela dos militares e da turma contrária ao que estava ocorrendo naquele mesmo período da História. Tínhamos a Guerra Fria, a Revolução Cubana e a implantação da Ditadura em outros países da América Latina.

Com o apoio dos EUA – apoio esse econômico, político e mesmo militar – , o golpe deu certo e João Goulart foi deposto. Foram 21 anos de um regime autoritário que o Brasil nunca vai esquecer. E é bom lembrar que o mote se deu com a promessa de uma intervenção militar breve. De 1964 a 1985 o novo governo (a ditadura militar) colocou em prática vários atos institucionais, entre eles o AI-5, que suspendeu direitos constitucionais; o Congresso Nacional foi dissolvido e foram suprimidas liberdades civis gerais, em que o Exército e a Polícia Militar podiam prender quem quisesse, sem a possibilidade de qualquer Revisão Judicial.

O pesadelo que vivemos com esse tipo de tolhimento das liberdades, tortura, repressão política, associados a um péssimo desempenho na economia do país e a uma inflação exorbitante não será esquecido. Não pode ser esquecido. Nenhuma ditadura é saudável, nem militar, nem comunista, nem de esquerda, nem de direita… Nós, brasileiros, conquistamos algo que é sonho de muitos países do mundo: a democracia. E dela, não podemos abrir mão!

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Pra fazer a diferença

eu amo brasilia-1-6

Brasília nasceu de um sonho visionário. Não fosse um corajoso Juscelino Kubitschek nossas histórias certamente nem se cruzariam por aqui. Tanta gente, as tesourinhas, ruas planas, cidades satélites que foram se formando… Há coisas que a gente só vê debaixo do nosso imenso céu azul, como os ipês que florescem e dão um colorido único à paisagem seca desta época do ano.

Mas a capital é mais que isso. Nós temos som, ritmo, criatividade, arte, cultura, vida noturna, natureza… Temos brasilienses de coração e de nascimento, temos um DNA muito interessante e diverso, temos fé, temos vontade de dar certo. É nesta Brasília que eu cresci e vi tudo acontecer…

Samambaia, onde eu morava, ainda era um assentamento quando entrei na Universidade de Brasília para cursar Ciência Política. Quantas oportunidades se abriram pra mim a partir do dia que pisei pela primeira vez naquele campus! Criamos cursinhos populares e fui dar aulas para ajudar alunos de baixa renda a ingressarem na universidade. Depois lutamos até conseguir avanços para mantê-los estudando porque, acredite, era muito caro (tinha que ter transporte, alimentação, livros, cópias etc).

Ingressar na política foi um caminho inevitável e até natural, eu diria. Tivemos uma vitória nas urnas em 2010 e, como deputado distrital, construí um mandato que mistura a força da juventude, com esse senso de gerar oportunidades e fazer a diferença.

Como nos tempos da UnB… só que o mandato multiplicou o alcance. Quer ver só? Fizemos a Lei Geral dos Concursos com regras mais claras para quem faz provas no DF e o Brasília sem Fronteiras, programa de intercâmbio público que enviará até o fim deste ano 1000 estudantes da rede pública e universitários para renomadas faculdades do mundo.

Criamos também o Qualificopa, com qualificação profissional gratuita para 9 mil trabalhadores em diferentes áreas, e trouxemos de volta o Planetário, espaço que ficou fechado por 16 anos. Aprovamos ainda a Lei do Nota Legal em Dinheiro e implantamos o Sinal Livre, wi-fi público no DF, que já funciona na área central e agora levaremos para todas as cidades. É o primeiro passo para transformar profundamente a nossa cidade e a relação dos cidadãos com uma tecnologia que seja acessível e inclusiva.

Há os projetos voltados para a educação que já até viraram lei e os de sustentabilidade, reconhecidos com premiação do Instituto Chico Mendes. E, se esse mandato tem inúmeras conquistas, não posso deixar de citar que ele está entre os três mais transparentes da Câmara pelo ranking da ONG Adote um Distrital.

Até aqui fizemos muita coisa, mas ainda podemos avançar… é por isso que sou candidato a deputado distrital mais uma vez para, juntos, renovarmos o mandato que faz a diferença. Conto com seu apoio!

 

Abração,

Deputado Professor Israel

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O Brasil precisa mudar

siliconFui convidado pela Universidade Estadual do Arizona (ASU), na última semana, a acompanhar os estudantes do programa Brasília Sem Fronteiras em visita ao Vale do Silício, em São Francisco, na Califórnia. Lá, vimos que os jovens saem da universidade preparados para o mercado. Desde a graduação, são incentivados a empreender – e de modo agressivo.

Grandes incubadoras reúnem grandes grupos de investidores para financiar novos projetos e desafiam os jovens a apresentarem ideias e lançarem empreendimentos. As startups, que são conjuntos de pessoas à procura de modelos de negócios e ideias diferentes, se proliferam à sombra de universidades e grupos que querem investir.

Os novos empreendedores muitas vezes têm 60 segundos para convencer seus patrocinadores a investirem em suas ideias. A economia criativa floresce, e o pensamento dominante é, veja bem, o de que falhar não é um problema. Montar e desmontar uma empresa é simples, ao contrário da via-crúcis brasileira que amedronta a todos.

Aqui, ainda temos a aprender. No Brasil, abrir uma empresa e falhar significa se comprometer com a burocracia por anos a fio, carregar um cadáver amarrado ao tornozelo. Nossa burocracia permite que empreendimentos fracassados afetem a vida de pessoas por anos.

Saímos do Vale do Silício com essa impressão e devemos fazer a crítica, pois precisamos mudar. As visitas técnicas nos levaram a concluir que a economia criativa não tem espaço em um país onde as ideias surgem e acabam se tornando obsoletas por conta dessa mesma burocracia que faz com que os processos de produtividade sejam demorados.

Muitas vezes, as ideias da economia criativa se referem a um dado momento da história – momentos que passam muito rápido e que podem gerar dinheiro na mesma velocidade. Mas, se você tem a ideia e não consegue executá-la imediatamente, perderá o timing… e nós enfrentamos esse problema hoje.

Precisamos que os nossos estudantes saiam das universidades referenciados no mercado. Precisamos investir nos novos empreendedores, para não perdê-los para as carreiras públicas, único porto seguro em um país que não fertiliza o terreno para a iniciativa privada. Dessa forma, manteremos nossa economia extremamente dependente do estado.

Que o encanto da visita e os exemplos vistos nessas incubadoras inspirem esses jovens, que trarão novos olhares e possibilidades para Brasília. Que em breve possamos, no país, trabalhar com novas práticas, objetivos e metodologias, para, enfim, caminharmos para a evolução compatível com o dinamismo da sexta maior economia do planeta.

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Um dia, uma briga com a mãe…

198837_461318443949676_693379557_nVéspera do Dia das Mães. E é engraçado porque hoje lembrei justamente do dia em que fiquei indignado com ela. Dona Noêmia (a própria) costuma dizer que não tive tempo de ser rebelde e que minha adolescência foi atípica – em suas palavras –, já que comecei a trabalhar cedo demais (aos 12 anos) com meu pai… Mas aí, um dia, ela me arrumou mais uma.

Botou na cabeça que eu ia fazer francês e lá se foi para o Centro Interescolar de Línguas de Taguatinga disputar minha vaga. Fui o último número sorteado, mas entrei. Detalhe: não comemorei, fiquei chateado. “Poxa, mãe, por que você fez isso comigo?”, indaguei. Estava tão cansado e ainda ia ter que estudar por anos aquela língua que me era estranha… queria mesmo era falar inglês, espanhol… mas assim foi.

É aquela coisa que no momento a gente não entende. Só pensa na imposição da realidade que vive, dos pais que mandam e que nossos desejos juvenis não são respeitados.

Ela passou a madrugada na fila para conseguir um número. Naquela época, o CILT abria mais ou menos 400 vagas com 3 mil alunos disputando. Era muito concorrido conseguir estudar lá. Dona Noêmia achava que eu aprenderia inglês e espanhol com amigos, mas que francês, não. E sabiamente escolheu o francês porque era o idioma com menos concorrência.

O processo acontecia por sorteio. Meu número, lembro bem, era o “5”. Ficamos o dia inteiro na escola esperando o bendito sorteio… lá se foi a galera que conseguiu as vagas para o inglês, depois para o espanhol… e o povo indo embora e a gente lá esperando… o locutor anunciou: 40 vagas para a última turma de francês… e foi chamando número por número. Eis que o último sorteado foi o “5”, eu… Ela vibrou de felicidade! Lembro do seu sorriso… E, cara, como o francês foi importante na minha vida!

No início foi difícil, mas depois me apaixonei pela língua. Exatamente por ser um idioma menos comum consegui ganhar um dinheirinho fazendo tradução. Depois, quando entrei na UnB, tinha um professor que só dava aula em francês. Na sala de aula, era nítida a cara de pavor da turma… mas eu entendia o que ele dizia. Hoje agradeço porque foi graças à insistência dessa mãe guerreira que entrei no curso.

Então, minha mensagem é no sentido de refletir. Às vezes pode ter alguém que esteja lendo isso aqui hoje e que esteja, de alguma forma, contrariado com a mãe. Não sei… Só sei que o sangue juvenil muitas vezes nos impede de enxergar o outro lado. E já que domingo é o dia delas, nada melhor do que fazer esse exercício. Porque, no fim, quase sempre, elas realmente têm razão.

E para a senhora, minha mãe, é isso aí! Depois de anos, tenho que reconhecer: você estava certa mais uma vez. Hoje percebo sua atitude incrível, visionária e como fui injusto… Obrigado por nunca ter desistido de mim e dos meus irmãos. Você é a melhor mãe do mundo! Amo você!

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A campanha mais barata da última eleição

O Correio Braziliense publicou esses dias uma matéria sobre a quantia que cada candidato a distrital em 2010 (hoje eleito) gastou para financiar a campanha eleitoral. Eu tô lá na lista como o candidato que menos gastou. Enquanto outros colegas deputados gastaram até 900 mil reais.

Eu sei que só consegui isso por causa da campanha na internet, da galera que me apoiou, de quem foi meu aluno e sabe que eu não estaria na política por acaso, dos meus colegas professores e, claro, de muita gente amiga que trabalhou voluntariamente na campanha e espalhou o “Tô dentro”. Meu slogan na época.

Então, hoje aproveito a deixa dessa matéria (que me fez relembrar a peleja, o trabalho para conseguirmos dinheiro de amigos e da família para abastecer o carro e rodar o material gráfico mínimo) para agradecer novamente toda essa galera. Provamos que um professor, de origem simples, com poucos recursos financeiros pode ocupar uma cadeira na Câmara e representar a população de verdade, os jovens e todos que precisam de OPORTUNIDADE!

 

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Mandela: morre o último herói do século XX

180713_Nelson-MandelaMandela foi o último de uma linhagem de homens que transformaram o mundo no século passado. Figura central na consolidação de uma forma de pensar que seria marca do século XXI, ele destruiu os resquícios de uma outra era e transformou em história o Regime do Apartheid.

Não quero aqui tratar “professoralmente” da sua biografia, repassando datas ou feitos. Quero mostrar a dimensão deste homem para a evolução da humanidade. Só mesmo Mandela para destruir o regime de segregação racial sul-africano sem matar, sem difundir o ódio, sem transformar os brancos em monstros perversos.

Ele distinguiu pessoas de suas formas de pensar. Viu que elas não eram o inimigo, o inimigo eram suas ideias preconceituosas. O novo regime de igualdade racial não expurgou os brancos. Não houve perseguição a ninguém depois do triunfo de Mandela. Talvez porque ele não acreditasse que aquele fosse seu próprio triunfo, mas o triunfo de uma causa muito maior. E foi defendendo essa causa tão justa e grandiosa que ele se tornou, da mesma forma, grandioso.

Mandela é um daqueles que estarão para sempre velando a humanidade. Servirá de referência na hora em que nos depararmos com uma injustiça ou com o avanço de ideias contrárias à liberdade e à dignidade do ser humano. Na mesma constelação onde estão Martin Luther King, Mahatma Gandhi e Madre Teresa de Calcutá, brilhará agora mais esta estrela. Sem nenhum retoque à sua biografia, morre o último herói do século XX.

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Um ano sem Niemeyer

oscar-niemeyer-630-jpg_175957Niemeyer se foi há um ano. Passei a infância inteira ouvindo falar dele, vendo-o na televisão, ouvindo suas tiradas de mestre. Um dia ao conhecer a Xuxa, já com quase 100 anos de idade, ele ficou muito animado. Perguntaram-lhe: o que achou da Xuxa, dr. Oscar? E ele respondeu prontamente: achei uma belezura! Pena que é muito alta pra mim. Quando Niemeyer completou 100 anos, eu pensei que ele jamais nos deixaria. Enquanto Brasília precisasse dele, ele estaria aqui pra nos defender. Eu tinha razão. Niemeyer continua sempre presente, provocando e protegendo a nossa cidade. É daquelas figuras etéreas, que rondam sempre, pela força de seu legado. No primeiro dia depois que ele se foi, meu sentimento era de orfandade. Um ano depois, sinto que sua presença é muito forte, pois seu legado nos enche e nos faz refletir.

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Brasília dos concursos

O jornal Correio Braziliense divulgou recentemente o resultado de uma pesquisa inédita feita pelo Instituto FSB. A pesquisa ouviu 1.109 moradores do DF, em 23 regiões administrativas, e o resultado mostrou que duas em cada três pessoas que estão insatisfeitas com o atual emprego gostariam de ser servidores públicos.

A matéria chamou minha atenção porque 70% dos entrevistados acreditam que a melhor alternativa para melhorar de vida é passar em um concurso público. O mapa dessa pesquisa serviu para me dar mais certeza da importância da Lei Geral dos Concursos Públicos, dentro de um cenário em que há pessoas que largam tudo para se dedicar aos estudos.

Antes da lei, o candidato se esforçava e muitas vezes até passava dentro das vagas estipuladas, mas não era chamado. Isso gerava uma frustração grande, sem contar que era comum não saber quando o aprovado seria chamado. Enfim, mais ansiedade! Agora com a Lei Geral dos Concursos o concursando do DF só precisa se preocupar em estudar e ser aprovado dentro do número de vagas.

Abusos como a realização de concurso exclusivo para cadastro de reserva, a realização de concursos diferentes para órgãos do DF no mesmo dia, impedindo que o candidato pudesse concorrer aos dois órgãos chegou ao fim. Sem contar diversos outros benefícios que conquistamos com a aprovação dessa lei. A nossa luta agora é estender essa lei para todo o Brasil.

Se você ainda não conhece os principais pontos da lei, dê uma lida na matéria que a equipe do GabiNET produziu. Bons estudos, boa prova!

Agora é lei: regulamentação dos concursos no DF

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Eles são demais! Como uma família inteira pode amar tanto ser professor

Há cerca de um ano e meio conheci a professora Lanusa durante uma formatura de alunos do Centro de Ensino nº 02 do Gama. Fazíamos parte da Mesa. Eu era paraninfo e fiquei impressionado com o carisma e a popularidade daquela professora homenageada pelos alunos. Eram gritos, aplausos, assovios. Fiquei curioso em conhecer a história de sucesso daquela minha colega de profissão tão pop.

Ela me contou que tinha quatro irmãos também professores: a Cleta, o Fernando, a Dalma e a Maristela. Também muito próximos aos alunos. Então, combinei com o pessoal do GabiNET para fazermos uma matéria com essa família tão incrível que leva a educação não só como bandeira, mas como a razão da própria vida.

Pois é, tentamos marcar de nos encontrar várias vezes para a minha equipe fazer a matéria, mas nunca dava certo. Até que nesse mesmo período do ano passado o chefe dessa família de professores, sr. Antônio da Silveira, descobriu que estava com câncer. Depois de dois meses de luta ele acabou por falecer e aqueles professores tão alegres perderam o chão… Mas como esses filhos do sr. Antônio não se dão por vencidos continuaram a fazer a diferença na vida de seus alunos, ensinando de uma forma totalmente inovadora e empolgante e colecionando prêmios.

Nesta Semana dos Professores eu tenho a grande alegria em dizer que me encontrei com essa família de professores novamente e que essas figuras foram as escolhidas para serem homenageadas por mim, em nome de todos aqueles que batalham e querem uma educação melhor. Ser professor é amar ensinar e acreditar que o Brasil pode sim ser o país do futuro.

Convido vocês a conhecerem a história desses cinco educadores com a matéria especial que fizemos para o Dia do Professor.

Confiram amanhã, neste site. Clique AQUI

Comentem, compartilhem, curtam. Eles merecem!

Da esq. para a dir.: Dalma, Maristela, dep.professor Israel, Cleta e Lanusa

Foto: Renato Perotto